Até aonde vai a vaidade humana? Eu me pergunto isso toda vez que vejo algumas artistas na TV, o rosto delas chega a brilhar!! É claro que existem mulheres que ficam bonitas emplasticadas, mas sei lá, quando os olhos começam a se separar demais é hora de dar um tempo para as rugas os juntarem de novo...
Acho que isso se torna uma doença, tal qual a anorexia. A pessoa se olha no espelho, mas não se acha mais jovem com a plástica, como é o propósito, e assim cada vez mais tenta consertar o inevitável. O que é pior, às vezes faz tanta coisa que acaba perdendo seu traçado original, o fio da meada. Daqui uns dias estão peidando pelo nariz.
Existem alternativas para quem não quer apelar para a cirurgia de imediato, moderníssimos tratamentos para o preenchimento de rugas é muito comum em mulheres que ainda não possuem pelancas suficientes para serem extraídas, daí vão embolachando a cara como se fosse um balão em expansão.
Outro tipo de “preenchimento” que está super na moda, afetando tanto meninas quanto senhoras das mais variadas idades, é o silicone. Tem em todos os lugares, nos peitos, na bunda, na boca... Para mim é plástico do mesmo jeito! Daí você tem mulheres de quase sessenta anos, super turbinadas, disputando vaga para namorada de garotinhos!
Isso me lembra uma frase da minha amiga Juju “Mana, mulheres hoje em dia não ficam velhas, ficam loiras”. Sim, este é o primeiro sinal de velhice, cabelos brancos disfarçados de loiro. Eu mesmo, aos 29 anos estou mais loira do que nunca...
Tudo bem, para que vocês me crucifiquem, devo dizer que fiz plástica no nariz e na orelha... Mas não teve nada a ver com idade, era um caso de saúde pública, não foi nada agradável ser chamada de duende durante a faculdade inteira... Eu tinha um enorme nariz, tipo aquelas Italianas, e minhas orelhas eram de abano. Minha mãe disse que deveria operar os dois juntos, para que eu não perdesse o equilíbrio... Simpática ela, não?!
Não sei o que será na minha velhice, mas espero que daqui uns 15 anos, volte a ser normal ter rugas e expressões da idade.
Nenhum comentário:
Postar um comentário